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em ucraniano:
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"O primeiro disco: Lançado em junho de 2007 intitulado ACADEMIA DA BERLINDA a banda deu o primeiro passo para a difusão de um trabalho autoral de cumbias, guarachas, afrobeats e ritmos tradicionais de Pernambuco como ciranda e o coco. O disco contou com participações de Fred 04(Mundo Livre S/A), Jorge Du peixe (Nação Zumbi, que também assinou a arte da capa junto com Valentina trajano), China, Juliano Holanda, Júnior Areia (também produzindo o disco), DJ Edinho Jacaré (cubana do Bela vista), e remix do DJ Bruno Pedrosa. Gravado e mixado no Muzak/PE de fevereiro a abril de 2007, e masterizado no estúdio YB!, em São Paulo, por Gustavo Lenza. Em algumas faixas, o grupo homenageia artistas e lugares que influenciaram e formam a atmosfera do trabalho como Pinduca, Djs Edinho Jacaré e Waldir Português (Djs da cubana do bela vista) e principalmente os tradicionais clubes dos subúrbios do Estado. O segundo disco: Lançamento previsto para início de 2011, gravado no Fábrica Estúdios de junho a agosto de 2010, produzido por Academia da Berlinda e Buguinha Dub (também assina a mixagem do disco), masterização por Gustavo Lenza, o disco contará com 14 faixas autorais. A Academia da Berlinda desfruta de uma nova fase naturalmente amadurecida e retrata isso no seu segundo disco mais experimental com composições feitas ao longo dos últimos tres anos. O pré-lançamento do disco acontecerá de forma virtual, adotando um conceito mercadológico de gratuidade, funcionando com a disponibilidade de donwload dos arquivos de áudio, capa e ficha técnica em todas as redes sociais que a banda participa (orkut, facebook, myspace e twitter), como também blogs, lista de emails e sites parceiros do projeto (pré-lançamento do disco), tudo isso de uma forma simultânea. A pessoa que se beneficiar da obra terá o compromisso de divulgar o link para donwload em sua rede pessoal como forma de pagamento. Agora é esperar e ficar ligado que vem balanço por ai . OS FRUTOS Com o lançamento do primeiro disco, o grupo passou a circular com bastante freqüência nos principais palcos da cidade e demais estados do país não deixando de lado a realização de suas auto-produções nos clubes do subúrbio. Eventos de Destaque: Reveillon do Marco Zero 2008 - Recife Projeto prata da casa SESC Pompéia /SP Sala da Justiça - 2008/2009 - Recife Casa São Jorge - Campinas/SP Festa Criolina - Brasília/DF Festival RecBeat 2005 - Recife Farra na casa Alheia - Fortaleza/CE Centro Cultural Consolação - São Paulo/SP Conexão Cuba-Recife - Clube das Pás e Bela vista festival de inverno de Garanhuns - 2008/2010 Festival da Nova Consciência - Campina Grande/PB Feira da Música - Fortaleza - CE 2009 As Idéias: Formada desde 2004 em Olinda, a banda reúne músicos que contribuem diretamente com trabalhos de algumas bandas da cena pernambucana atual (Mundo Livre, Eddie, A Roda, Orquestra Contemporanea, Quarteto Olinda...). No início, a banda começou a investir em um repertório com releituras de bregas sessentistas, impulsionando idéias para a busca da originalidade sonora aos temas executados, tocando um brega roots, em versões criativas e inovadoras, inspirados no desejo de tocar um baile para se dançar agarradinho como os antigos bailes dancantes do Recife e Olinda. De grandes clássicos do brega, o repertório evoluiu em pouco tempo para criações autorais e inéditas, que hoje fazem parte dos disccos do grupo. Percorrendo este caminho, a Academia da Berlinda alia as trajetórias individuais de trabalhos e exercício profissional às tonalidades que desembarcaram aqui em Pernambuco através dos portos, e posteriormente mesclaram-se na boêmia da cidade. Concebendo assim leveza e simplicidade imprevisível, no improviso e harmonia da banda, dando assim um balanço e uma singularidade no som do grupo. Música não tem classe social, e assim a Academia da Berlinda agrada e bebe da fonte da musica das Américas do Sul e Central como também no popular regional, dá graça e mantém a tradição nos bailes dos clubes do subúrbio recifense, revendo com humor e dignidade todas as possibilidades poéticas que a musica oferece, para que as pessoas dancem e, sobretudo se divirtam."
"Sublime é o terceiro e último álbum de estúdio da banda Sublime. Originalmente chamaria-se Killin' It, mas tanto a banda quanto a gravadora concordaram em substituir o nome devido ao falecimento do vocalista e líder da banda Bradley Nowell antes do lançamento do álbum. O disco foi o mais bem sucedido do Sublime, ganhando a platina cinco vezes em 1999, elevando a banda como uma referência do rock alternativo da década de 1990."
"Produzido por Bill Laswell, com o sugestivo título de "traduçoes de ambientes de Bob Marley em dub", o álbum conta com músicas de várias fases de Bob em verões dub. Lançado pela Island, em 1997. Coincidindo com a volta com tudo da musica eletrônica, após a maré baixa dos anos 90, Laswell resolveu mixar sons ambientes (da mãe natureza, como pássaros e insetos) no meio dos dubs. Pode parecer furada a idéia do produtor, mas o resultado foi excelente, "dub-raiz" seria o melhor termo. Se este álbum tivesse sido remixado por qualquer outro produtor, os resultados poderiam ser desatrosos, mas Laswell é muito sistemático, não deixou o projeto perder sua essência.
Considerado por muitos o mestre do dub intectual ele sabe o que tirar e o que adicionar, criando uma mistura espaçosa e cavernosa, sendo provocante sem ser excessiva. Talvez seja por isso que este trabalho foi tão elogiado e ganhou tantos fãs. Com ajuda dos amigos Oz Fritz, Karl Berger, o percussionista Aiyb Dieng e Robert Musso, esta compilação nos transporta de uma tranquilidade absoluta a uma euforia incontestável em segundos. Tudo isso devido aos efeitos que variam sutilmente dos sons do meio do mato ás linhas de baixo acompanhado pela percussão ou pelos formidáveis backvocals de Marcia Griffiths, Judy Mowatt e Rita Marley."
O Macaco Bong nasceu em Cuiabá (MT) no ano de 2004 como um quarteto de rock instrumental. Logo no ano de 2005 a banda se tornou um power trio, permanecendo com a proposta de rock instrumental com conteúdo musical.
Baseado na desconstrução dos arranjos da música popular em seus formatos convencionais e aliada à linguagem das harmonias tradicionais da música brasileira com jazz/fusion/pop e etc, o Macaco Bong sempre busca nunca concretizar rótulos relativos às variedades nas vertentes dos gêneros musicais em suas composições, tudo isso aplicado tanto na estética quanto no conteúdo do rock’n’roll.