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Orquestra Brasileira de Música Jamaicana Volume II (2013)

É hora de dançar Ska!!

Atendendo à pedidos, aqui está o Volume II, o novo disco da Orquestra Brasileira de Música Jamaicana:


Orquestra Brasileira de Música Jamaicana - O Baile Continua Volume II (2013)



Link!



Building An Ark (2012)

Esse não podia deixar passar! Disco novo do Groundation, pedrada certeira!



Groundation - Building An Ark (2012)



tracklist:

01 - Building An Ark
02 - Humilty
03 - Be That Way
04 - Payaka Way
05 - Marry-Go-Round
06 - The Dreamer
07 - Who Is Gonna
08 - Keep It Up
09 - Daniel
10 - Sunlight Reflections

link!




Orquestra Brasileira de Música Jamaicana


"Orquestra Brasileira de Musica Jamaicana", idealizada pelo músico e produtor Sérgio Soffiatti e o trompetista Felippe Pipeta, em 2005 e só colocada em prática agora em 2008. A idéia inicial era tocar música jamaicana de raiz, ska, rocksteady e early reggae, mas logo veio a idéia de tocar clássicos da música brasileira nesses estilos.
Esse é na verdade o primeiro projeto da OBMJ, que pode trazer surpresas no decorrer da sua existência. Aproveitamos o cinqüentenário da Bossa Nova pra incluir no repertório vários clássicos como "Águas de Março", "Barquinho", "Samba de Verão", "Garota de Ipanema" misturada ao Clássico "Ghost Town", entre outras. O jazz presente nas harmonias e improvisos faz com que a execução dessas composições nos ritmos de ska e reggae aconteça com muita naturalidade.
Mesmo com esse set de Música Brasileira, a orquestra não deixa de apresentar já sua primeira composição original, entitulada "Ska Around the Nation". Um tema que remete ao ska dos anos 60 com improvisos de quase todos os músicos. Muitas outras composições virão para permearem o show da Orquestra que promete colocar todo mundo pra dançar.
Em breve, estaremos com a formacao completa da banda, que já conta com Ruben Marley no trombone, Marcelo Cotarelli no trompete e flugel, Fernando Bastos no sax tenor e flauta e Igor Thomaz no sax barítono e alto, Mau Sapão na bateria, além de Pipeta no trompete e flugel e Sérgio Soffiatti nas guitarras e vocais.



1. O Guarani (3:42)
2. Ska Around the Nation (5:11)
3. Ticotico no Fuba (4:12)
4. Barquinho/Summer Samba (4:05)
5. Carinhoso (3:56)
6. Águas de Março (3:02)
7. Águas Dub (2:56)



Dreams Of Freedom


Esse é o disco que eu citei no post anterior.
"Produzido por Bill Laswell, com o sugestivo título de "traduçoes de ambientes de Bob Marley em dub", o álbum conta com músicas de várias fases de Bob em verões dub. Lançado pela Island, em 1997. Coincidindo com a volta com tudo da musica eletrônica, após a maré baixa dos anos 90, Laswell resolveu mixar sons ambientes (da mãe natureza, como pássaros e insetos) no meio dos dubs. Pode parecer furada a idéia do produtor, mas o resultado foi excelente, "dub-raiz" seria o melhor termo. Se este álbum tivesse sido remixado por qualquer outro produtor, os resultados poderiam ser desatrosos, mas Laswell é muito sistemático, não deixou o projeto perder sua essência.
Considerado por muitos o mestre do dub intectual ele sabe o que tirar e o que adicionar, criando uma mistura espaçosa e cavernosa, sendo provocante sem ser excessiva. Talvez seja por isso que este trabalho foi tão elogiado e ganhou tantos fãs. Com ajuda dos amigos Oz Fritz, Karl Berger, o percussionista Aiyb Dieng e Robert Musso, esta compilação nos transporta de uma tranquilidade absoluta a uma euforia incontestável em segundos. Tudo isso devido aos efeitos que variam sutilmente dos sons do meio do mato ás linhas de baixo acompanhado pela percussão ou pelos formidáveis backvocals de Marcia Griffiths, Judy Mowatt e Rita Marley."



trackList:

1. Rebel Music (3 O'Clock Roadblock)
2. No Woman No Cry
3. The Heathen 8:37
4. Them Belly Full (But We Hungry)
5. Waiting In Vain
6. So Much Trouble In The World
7. Exodus
8. Burnin' And Lootin'
9. Is This Love
10. One Love (People Get Ready)
11. Midnight Ravers

 link: Bob Marley - Dreams Of Freedom


Bob Marley & The Wailers


Bob Marley & The Wailers - The Secret Blackwell Dubs. Esse disco eu peguei com Neves, ele ainda não postou essa pedra lá pelo Vitrola da Nave então tomei a liberdade de postá-lo aqui. Também não sei se é essa mesmo a capa, mas pouco importa... Eu já tinha o "Dreams of Freedom" que também é um disco só de Dubs feitos com as músicas do Rei, mas o "The Secret Blackwell Dubs" eu achei ainda melhor!


01. Bob Marley & The Wailers - Forever Loving Jah (Dub Version) (3:20)
02. Bob Marley & The Wailers - Waiting In Vain (Dub Version) (3:48)
03. Bob Marley & The Wailers - Roots, Rock, Reggae (Dub Version) (3:33)
04. Bob Marley & The Wailers - Jamming (Dub Version) (3:14)
05. Bob Marley & The Wailers - Exodus (Remix) (Instrumental Version) (7:44)
06. Bob Marley & The Wailers - Is This Love (Dub Version) (4:08)
07. Bob Marley & The Wailers - Baby We've Got A Date (Rock It Baby) (Dub Version) (4:12)
08. Bob Marley & The Wailers - Crazy Baldhead (Dub Version) (2:30)
09. Bob Marley & The Wailers - She's Gone (Dub Version) (3:38)
10. Bob Marley & The Wailers - Satisfy My Soul (Dub Version) (4:34)
11. Bob Marley & The Wailers - Iron, Lion, Zion (Remix) (Dub Version) (3:46)
12. Bob Marley & The Wailers - Three Little Birds (Dub Version 2) (3:11)
13. Bob Marley & The Wailers - One Love (People Get Ready) (Dub Version) (3:45)
14. Bob Marley & The Wailers - Keep On Moving (Dub Version) (5:53)


link: Bob Marley & The Wailers - The Secret Blackwell Dubs


The Bullets


Esse disco é novinho também, 2010, reggae music, JAH bless.
"The Bullets é uma banda de Los Angeles formada pelo organista do Aggrolites, Roger Rivas. Ele juntou varios musicos da cena reggae e soul da cidade e o resultado não poderia ter sido melhor. A banda mescla o early reggae com os ritmos latinos e a soul music que dominavam L.A. nas decadas de 60 e 70.  O disco é muito bom, com pedradas instrumentais e baladas dignas de Ken Both e Horace Andy."

* a música do vídeo não tem no disco.

Rockers Control, Instituto e Curumin


Essa é uma peça rara! Indicação da minha querida Rafaela Leite. O arquivo é uma unica mp3 com os caras cabreiros da cena nacional tocando Reggae/Dub como Eek a Mouse, Peter Tosh, entre outros...

"O parceiro Daniel Ganjaman liberou, em formato mp3, esta pérola estereofônica gravada em 24/06 no StudioSP pelo audioman David Corcos. O áudio faz parte do projeto Seleta Coletiva, festa periódica promovida por Ganjaman, e contou com uma formação pra Augustus Pablo nenhum botar defeito; Rockers Control, Curumin e o próprio Instituto. O repertório, clássicos do reggae e do dub oriundos da ilha mais legal do planeta Terra, tem duração de pouco mais de uma hora, está disponível em robustos 192kbps e é garantia de diversão para quem, assim como o numeroso staff do OPS™, não pode conferir o show de quinta-feira passada. Now hear dis!"


Fonte: Blog Original Pinheiros Style
Link: Rockers Control, Instituto e Curumin - Ao Vivo no StudioSP



The Legendary Skatalites in Dub - The Skatalites Meet King Tubby


Pra você que está acompanhando, outro CD dos Skatalites só que dessa vez não é Ska, é Dub. Num encontro com King Tubby que já é outra PREDA! Pra ovir de capacete!



The Skatalites - On The Right Track (2007)









E aí jovens!

Esse é outro disco dos Skatalites. Depois de 8 anos sem gravar eles lançaram, em 2007, esse disco de inéditas contando com a participação de 3 membros da formação original. Esse é tão bom quanto o outro que eu postei aqui em baixo.

Link: 4Shered


The Skatalites - Bashaka (2001)



Continuando no Ska, esse disco eu acho iradíssimo. Na verdade todos os discos dos Skatalites que eu já ouvi são iradíssimos. O CD é tipo uma coletânea lançada em 2001, mas a banda tem mais de 40 anos já. Inclusive tem um disco de inéditas de 2007, que eu postarei na sequência, que é de primeria!



Vários - Is It Rolling Bob? Dub Versions



Esse disco é bem interessante. Como dá pra notar é um CD de dub com as músicas do Bob Dylan. Tem grandes nomes aí fazendo esses covers como Black Uhuru, Don Carlos, Gregory Isaacs, Israel Vibration entre outros.

Tracks:


1. Knockin' On Heaven’s Door Dub - Luciano


2. Blowin' In The Wind Dub - Don Carlos


3. The Ballad Of Frankie Lee And Judas Priest Dub - Yellowman


4. The Times They Are A-Changin' Dub - Apple Gabriel (Israel Vibration)


5. One Too Many Mornings Dub - Abijah


6. Mr. Tambourine Man Dub - Gregory Isaacs


7. Subterranean Homesick Blues Dub - Sizzla


8. The Lonesome Death Of Hattie Carrol Dub - Michael Rose (Black Uhuru)


9. Just Like A Woman Dub - Beres Hammond


10. Lay Lady Lay Dub - The Mighty Diamonds


11. A Hard Rain’s A-Gonna Fall Dub - Billy Mystic (Mystic Revealers)


12. Maggie's Farm Dub - Toots Hibbert


13. Don't Think Twice, It's All Right Dub - JC Lodge


14. I and I Dub - Bob Dylan

Gregory Isaacs - Nite Nurse



E lá vem mais PREDA!!

Gregory Isaacs é foda hein! Também dei uma pesquisada e como todas as minhas pesquisas é copiar e colar:


Gregory Isaacs nasceu dia 15 de Julho de 1951, no bairro de Fletcher’s Land, em Kingston. Desde menino trabalhou duro, acumulando uma extensa lista de profissões que incluiu temporadas como marceneiro, tratador de cavalos, eletricista e pintor de painéis e cenários teatrais. Segundo seus velhos amigos, ele foi o primeiro a ter um carro e a montar uma loja de discos entre os jovens da vizinhança. Vizinhança que também abrigava algumas estrelas de primeira grandeza do showbizz jamaicano, como o ’Mr. Rock Steady’ Ken Boothe, o trio The Melodians e o melodioso Slim Smith. O jovem Gregory freqüentava os ensaios de todos eles e ainda ouvia atentamente às vozes de Sam Cooke e Brook Benton que chegavam pelo rádio. Foi a partir dessas influências que ele forjou seu estilo único, mixando a malemolência jamaicana com o vocal inspirado da soul music.



No início dos anos 70 ele iniciou sua vitoriosa carreira solo trabalhando com um dos manda-chuvas do vinil na Jamaica, Alvin Ranglin. Mas sua busca por independência o levou a fundar um selo próprio de gravação, o African Museum, também o nome da sua loja e quartel-general. Isso não o impediu de gravar com outros outsiders da cena musical, como Lee Perry e Sly & Robbie. Com eles Gregory lsaacs realizou algumas das obras-primas que consolidaram sua identificação com o público (leia mais sobre a discografia de Gregory na página Do RootsGregory ao TecnoGregory). Sua enorme popularidade na pátria do reggae só se compara à que alcançou em terras brasileiras, mais precisamente no Maranhão (1), onde se apresentou ao lado da banda Tribo de JAH em 91.

O complicado arranjo do jogo amoroso é certamente o tema mais explorado por Gregory, destacando-se a vasta porção dedicada aos dissabores e pequenas alegrias da solidão. Mas a realidade jamaicana e a força da mensagem rasta também têm seu lugar em canções como "The Border", "Mr. Cop" e "Opel Ride". A crueza da vida nas ruas também não é estranha a Gregory lsaacs: "Quando se vive sob certas condições, tudo pode acontecer a você", conforma-se. Assumindo seu lado Bezerra da Silva, ele confirma que já fez meia centena de ’passeios de Opel’, marca dos carros de polícia na ilha: "Quase sempre por dirigir sem licença ou posse de ervas ilegais", esclarece. Nessa hora uma pequena multa resolve o problema, mas nos casos de porte de arma a coisa é mais séria. 

As rígidas leis jamaicanas sobre armas de fogo já o botaram no xadrez por alguns meses. Mas Gregory se defende: "Quando te acusam uma vez por porte de arma e você é culpado, é fácil para eles acusarem você outra vez e mais outra por isso e mesmo sendo inocente ninguém acredita. (... ) Não lido com o crime". Gregory conta ainda que os policiais costumam provocá-lo e às vezes tentam extorquir alguma grana. Na prisão ele conviveu com todo o tipo de gente, estudou bastante e passou em revista a sua vida. Acabou por transformar essa experiência em novos clássicos do reggae, como "Days of Penitentiary", "Condemned" e muitos outros.

Os problemas com a polícia e o envolvimento com drogas mais pesadas nos anos 80 deram margem a todo tipo de boato. Gregory conheceu então o pior lado da popularidade: "As pessoas em geral adoram falar mal de quem não conhecem e não conseguem entender. Elas sempre acreditam no mal que lhes contam e duvidam do bem. (...) Quanto às drogas, são as armas mais devastadoras. Foram o maior erro que cometi".

Este bem de que alguns duvidam está, por exemplo, na forma como Gregory ajuda sua comunidade. Os moradores do gueto o procuram a toda hora com diversos pedidos: "Grande parte do que ganho com meu trabalho serve para ajudar a todas essas pessoas que precisam de assistência. (... ) Por isso a maior alegria para mim é a festa anual que fazemos no Orfanato de Maxfield no dia 7 de janeiro. Meus garotos e outras crianças da comunidade juntam cadernos, pincéis e materiais e doam para eles. Já doei um carro e várias cadeiras de rodas. (... ) Se estou vivo até hoje é porque procuro fazer o que é certo". Gregory também cumpre sua obrigação de amparar os filhos que teve com várias mulheres. Sua sintonia com o homem jamaicano é total: "Eu represento o povo. Fazer o povo feliz é me fazer feliz", conclui.

O homem das mil faces que se recusa enquadrado pela sociedade parece ter amadurecido. Continua a trabalhar febrilmente, mas sem cair nas armadilhas que muitas vezes seu estilo de vida lhe pôs pelo caminho. Seja o Gregory sedutor ou o solitário, seja o solidário ou o malandro, seja o formiga ou o cigarra, será sempre lembrado como um dos grandes responsáveis pela excelência da musical arte jamaicana.



 Fonte: Massive Reggae




Winston McAnuff - What a Man a Deal With (1980)


Vamo lá,
Continuando com a sequencia de PREDAS (não, não é pedra é PREDA mesmo!) esse CD é muito bom reggae roots diretamente da Jamaica é aquele som clássico. Esse cara aí (Winston McAnuff) eu num conhecia a história dele não, mas eu pesquisei para os interessados e copiei de um outro blog por aí:


O filho de um pastor, o cantor e compositor Winston McAnuff nasceu em 1957, nos montes do estado de Manchester, perto de Christiana, na Jamaica. Seus pais eram muito afeiçoados pela música e era natural que ele fosse ainda menino cantar na igreja. Depois que seu pai morreu em 1971, Winston saiu de seu repouso nativo e mudou-se para Kingston, onde sua irmã era uma professora. Neste ambiente novo da cidade, transformou-se em amigo de Hugh Mundell, Earl Sixteen e Wayne Wade. Porque estava certo de seu talento, foi com eles a suas primeiras audições e escreveu mesmo algumas de suas primeiras canções, como "Malcolm X" para Earl Sixteen, pegada mais tarde por Dennis Brown. Em 1975 introduziu seus amigos aos produtores famosos tais como Joe Gibbs, Derrick Harriott e Yabby You, e Winston gravou diversas canções para Derrick Harriott, que em 1977 deu o nascimento a seu primeiro álbum: "Pick Hits to Click". Logo após, em 1980, Winston gravou um segundo álbum, "What a Man a Deal With", para a Top Ranking, etiqueta do grupo Inner Circle (Ian Lewis, Roger Lewis e Bernard Touter Harvey). Era amigo muito próximo de Jacob Miller, vocalista do Inner Circle, com quem compartilhou da mesma energia e entusiasmo, e foi mesmo convidado para substituir seu amigo na banda após sua morte trágica, mas declinou o convite. Em 1986, gravou um outro álbum com Inner Circle, "Electric Dread", produzido por Keneith Black. No mesmo ano, criou sua própria banda, "The Black Kush", junto com seu irmão Tony "Makaruffin" McAnuff (agora levando a cabo sua carreira no Japão onde ele vive há 15 anos) Anthony Wilson e o baixista Peter Kush. Gravaram dois singles para a Channel One, caracterizado no documentário inglês "Deep Roots Series" e excursionou na Europa. Desde então, Winston tocou com suas crianças (o mais velho é um baterista, o segundo um D.J. e o mais novo um cantor) assim como com outros músicos novos, como os membros da Gumtion Band, uma banda de Kingston com uma reputação contínua. Igualmente viajou muito, foi ao Japão onde excursionou diversas vezes com seu irmão e excursionou com Derrick Harriot e Junior Murvin nos Estados Unidos em 1987, onde co-caracterizou com Don Johnson e o Philip Michael Thomas a série de TV "Miami Vice" (episódio 72, "The Big Thaw", em que indivíduos japoneses congelam um equivalente imaginário de Bob Marley!). Mas Winston viajou igualmente para a Inglaterra, França, e para qualquer lugar que o chamavam para mostrar seu reggae. Em 1999, encontrou o futuro grupo Makasound, uma etiqueta fundada em 2001. Desde então, a Makasound reeditou dois de seus álbuns, "Diary of the Silent Years" e "What a Man Deal With". Em 2002, compartilhou do show de New Morning com Derrick Harriot para um concerto original. Desde então, Winston também participou em dois shows de Horace Andy e sua Home Grown Band , assim como em muitos concertos e sound-systems isolados. Entretanto, Winston gravou uma dúzia de títulos para o produtor inglês Mad Professor, um álbum com o produtor Gussie P ("Bless Up" que vai ser liberado logo), e outros com o dubber francês Manutension do grupo Improvisator Dub. Também fêz uma caracterização em duas trilhas do último álbum de Nzela, "Toyé", liberado em abril de 2005. Em 2002, o show ao vivo em New Morning foi a ocasião de um encontro surpresa entre o "Electric Dread" (Winston) e o Camille Bazbaz, que dariam o nascimento, 3 anos mais tarde, ao surpreendente álbum "A Drop: Winston McAnuff & the Bazbaz Orchestra" (Black Eye / Discograph - 2005), liberado em maio de 2005. Um álbum gravado entre a França e a Jamaica que emite agora Winston McAnuff e a Bazbaz Orchestra pelas estradas da França.
Além dos seus trabalhos,McAnuff participou também como backing vocalista no disco de Derrick Harriott & Revolutionaries "Reggae Chart Busters Seventies Style" em 1977.



Pablo Moses - Revolutionary Dream (1976)


Podem pôr o capacete aí... Tô logo avisando...
Que agora vão rolar as preda! Pra começar: 

HAILE SELASSIE! JAH RASTAFARI!

Pra quem quer conhecer mais o Pablo Moses aí vai o dizem sobre ele no Wikipédia:


Pablo Henry (mais conhecido como Pablo Moses) nasceu na Jamaica em 1948. Entrou para o mercado em 1975, com o seu sucesso "I Man a Grasshopper", do seu primeiro álbum "Revolutionary Dream" (lançado nos Estados Unidos como "I Love i bring"). Moses articulou sua ideologia rastafari com políticas sem precedentes Em 1981, Pablo Moses lançou seu 3º álbum, "Pave the way". conseguiu sucesso na Jamaica, na Europa, na América do Norte e no Japão.
Pablo Moses gravou diversos albuns durante varias décadas, mas é mais cinhecido devido o fenômeno do reggae na década de 1970, quando lançou "Revolutionary Dream", produzido por Geoffrey Chung, incluindo "I Man A Grasshopper", mixada na "The Black Ark" por Lee Perry. Ele lançou em 1980, A Song, bem recebido pelos fãs e pela crítica.